Arquivo para junho de 2010

PA, Centro de Especialidades Médicas, e pitáculos (com o perdão, mestre Werton!)

Ótimo, a transferência do PA antigo para o local onde será o centro de especialidades médicas é uma opção interessante. Existe um conforto maior e quase uma sensação de que o “Puxadinho” deu certo. Digo “quase” porque ainda não vi uma amarração física lá que me merecesse meus elogios (sim, sou azedo e ranzinza quando vejo o “puxadinho”).

O meu leitor mais denso, que me conhece, pode observar que sempre sou contra fazer “puxadinhos” na área de saúde.  Se for de maneira transparente (e em geral os governos nunca o são), os custos investidos nas idas e vindas do Centro de Especialidade custeariam pelo menos a modernização de toda a área de saúde de João Monlevade. Permitiria equipar todos os postos de saúde, melhorar e muito a atenção básica e modernizar os sistemas de gestão da prefeitura quase em todas as áreas. Poderia ainda comprar mais taxis de paciente (as ambulâncias). Poderia, por exemplo, melhorar toda a logística da área de saúde. Colocar um RX digital, PAC´s, até mesmo melhorar o combate e prevenção de doenças (dengue, hepatite, cobertura vacinal, etc).

Se você analisar friamente, sem prestar atenção no “ruído” político, o PA + CEM se revelam como um grande fracasso. Porque é caro demais manter aquela estrutura para atender a coisas que poderiam ser resolvidas nos centros de saúde próximos. O custo da estrutura física é maior que o resultado e relevância social que eles resolveram até agora. Uma “máquina” de sugar dinheiro, que, até em 2100 não se pagará enquanto relação custo x benefício. Digo isto “até agora”, porque o que está operando é pelo menos 25% do que ele poderia operar, enquanto projeto.

Os leitores que fazem oposição ao governo vão dizer “eu avisei”, ou “tá vendo, até o Manthis, que fica em cima do muro, sabe que aquilo é fadado ao fracasso”. A “situação” dirá “mas você só critica, não tem alguma contribuição para dar, e taxarão este espaço de apócrifo”.  Senhores, eu só vejo uma saída para isto. E chama-se resolutividade.

Resolutividade é a capacidade de um serviço em efetivamente, resolver o problema. É ele pegar princípio, meio e fim. Até agora, o que vejo é apenas o princípio, e talvez, pelo caos provocado pela oposição, que cobra posturas que talvez se ela tivesse que tomar, seriam “atitudes coerentes”.  A saúde e a secretaria de saúde precisam ver “ok, a gestão anterior nos deixou um abacaxi. Como descascar este abacaxi sem comprometer orçamento, programas e melhorar o desempenho da saúde?”. Não sou consultor, nem marketeiro, mas aponto alguns caminhos, que podem ser malucos, mas podem pelo menos “quebrar” o galho enquanto se pensa efetivamente em resolver o problema.

a) O CEM ainda vai demorar a sair. Ok, então, o que podemos fazer com as enfermarias e espaços que estão nos andares do CEM? Uma coisa simples seria colocar alguns médicos que podem atender lá para resolver consultas lá mesmo. Das especialidades vigentes. Basta pensar em identificar quem da região usa as redes de saúde, e fazer o atendimento lá mesmo. Maluco? Talvez uma boa dose de ousadia e criatividade resolvam o problema

b) O andar que “vai” ser o da administração, porque não usar como apoio para a capacitação de mães e famílias de pacientes crônicos, ou um espaço de treinamento e capacitação da rede de saúde? Se colocar o pessoal para palestras sobre diabetes, prevenção, toda semana, olha que benefício será tido para a população que carece de informações? Não precisa de ser toda semana, mas se tiver ações educativas 1 vez por semana, olha que coisa de grande relevância social terá sido feita?

c) Que tal oferecer outros serviços além de saúde lá? Saraus de música e poesia da Casa de Cultura em pleno PA? Claro, não digo nada “ultra-modernista”, mas algumas coisas bem pensadas, de 15 a 20 minutos, em alguns dias da semana, só para amenizar o sofrimento de quem espera? Existem boas experiências de música em ambientes de espera que ajudam a melhorar o humor de quem está lá. E de quem trabalha também.

d) Pesquisas, pesquisas e mais pesquisas. O problema dos órgãos públicos que geralmente eles não fazem pesquisas para verem como está o atendimento, ou mesmo como está o clima entre os colaboradores. Pesquisas de clima organizacional ajudam e muito a identificar o humor dos funcionários, suas frustrações e desejos. O primeiro resultado pode ser assustador (e acredite, será), mas ajudará a planejar ações que rendem mais resultados práticos no atendimento. Às vezes, uma simples mudança de cadeiras e mesas geram um feedback positivo. Ou mesmo campanhas de conscientização trazem este benefício.

e) Ouvir a comunidade médica. Não criar expectativas falsas, escutar os médicos, ver o que eles acreditam e pensam do espaço. Se fizerem esta pesquisa, de maneira objetiva, verão que podem surgir boas idéias do que fazer com o abacaxi. Chamar os médicos para colaborarem também ajuda e muito. Em geral, se eles são convidados, eles respondem a qualquer coisa que seja para melhorar para eles ou para outros.

f) Aprender a lidar com números. A maioria dos profissionais de saúde, não sabe lidar com números, com papeis. A burocracia exigida pelo governo é grande, e é nela que se esvai o dinheiro que poderia chegar. Pense em como colocar pessoas que gostam de papel, que zelam por números e que estejam querendo resultado. Aparecer mesmo. Coloque contadores, por exemplo, para estudar o fluxo de caixa da saúde, enfermeiras para verificar materiais e medicamentos aplicados, farmacêuticos empenhados para controlar estoques. Nenhum destes profissionais, se sérios e bem motivados, vão querer queimar seus nomes e seus diplomas e registros profissionais para prejudicar a prefeitura. Se desse até para colocar um estatístico cuidando do acompanhamento dos atendimentos, vocês poderiam aplicar boas idéias de otimização. Quem ganha é a cidade.

Ótimo, são idéias para resolver e começar a descascar o abacaxi.  Existe, claro, o que eu chamo de “viseira” que precisa ser tirada. Não basta olhar o problema só de um ângulo. Existem milhares de formas de se resolver este abacaxi, e depende basicamente de criatividade e motivação. Embora até agora não tenha tomado um café com a secretária de saúde, ela sabe que pode contar comigo para “bater e assoprar” sempre que necessário. Existem coisas boas sendo feitas, claro, mas já que se criou um abacaxi, descascar é obrigação de todos que querem ver nossa cidade melhor.

As respostas virão aos poucos.  Se esquecerem as rusgas políticas, e focarem apenas no que Monlevade quer e precisa, poderão fazer algo importante e produtivo no que resta de governo Prandini. Não será neste fim de semana, nem talvez no fim do ano, mas as coisas precisam ser resolvidas, e de certa forma, com prazos. Aprender a lidar com eles é difícil (Digo de experiência e vivência), mas é urgente e necessário fazer isto.

E vamos subindo a montanha.

Promessa de campanha…

Uma das promessas de campanha do Governo Gustavo Prandini era oferecer 100% de cobertura de internet banda larga em Monlevade, teoricamente, gratuita (redes wi-fi).

A idéia seria proporcionar inclusão digital para todos. Se pensarmos num preço de um netbook (R$800 a R$1.200), a proposta poderia colocar Monlevade no mesmo patamar que outras cidades que oferecem este tipo de acesso.

Só que quem disse que isto era possível, utilizou o caso de Ouro Preto.

Só que esta pessoa esqueceu de informar ao candidato que isto era uma tecnologia proprietária, e não um padrão aberto. Alto custo, a geografia de Monlevade é muito diferente de OP, onde temos morros intercalados por toda a área do município, que oferecem verdadeiras barreiras ao sinal.  Se a Wikpédia está certa, a prova de que este tipo de tecnologia não é “tão” acessível assim.

Quando surgiu esta proposta, no plano de governo, alguns colegas técnicos em informática disseram: “Se ele ganhar, vou comprar minha placa de rede wirelles e nunca mais pago provedor”. Esqueceram de avisar ao candidato que tecnicamente, uma cobertura de sinal tão amplo necessita de uma largura de banda enorme, para prover e suportar o tráfego de dados. Não apenas o custo dos equipamentos teria que ser bancado pela prefeitura, mas a disponibilidade do sinal, coisa que a equipe técnica da prefeitura teria que se adaptar para fazer. Por mais que se crie ferramentas de bloqueio de sites, o controle do fluxo de dados deveria ser enorme.

Esta é uma promessa que não foi validada e discutida tecnicamente, com qualquer elemento técnico, ou, fundamentalmente, uma promessa que jamais vai ser cumprida nestes anos que faltam de mandato do governo. Não estou criticando, estou falando que a prefeitura deveria ter outras prioridades que oferecer este tipo de serviço. Afinal, ela teria que passar a ser um verdadeiro “provedor” de acesso, com todos os ônus e bônus que isto impõe. Operacionalmente, tecnicamente, financeiramente, o custo deste tipo de serviço não foi considerado em todo o detalhe.

Eu me atrevo a dizer que o projeto de governo é uma utopia, que o administrador público tenta tirar do “mundo das idéias” e colocar em prática. Mas ele esbarra nas inúmeras dificuldades que administrar uma cidade impõe. Pouco dinheiro, a máquina burocrática de gestão, as mazelas e vícios de servidores e gestões anteriores, e outros problemas de toda a ordem que vão surgindo. Se o prefeito possui o apoio da população, dos seus pares e tem bom trânsito nas esferas estaduais e federais, ele consegue recursos para tirar 2 ou 3 projetos de seu plano da utopia e trazer para a realidade.

Eu não sou filiado a legenda política. Não preciso de ficar criticando nem elogiando a prefeitura, não recebo apoio para isto. Mas todo candidato, antes de fazer seu plano de governo, deveria focar no máximo em 3 projetos palpáveis (que podem sair em 4 anos) , do que dezenas de projetos utópicos. Porque se ele promete mundos e fundos à população, uma hora ou outra, principalmente se sua gestão tiver uma imagem ruim, ele vai ser sempre lembrado do plano de governo que ele elaborou. E isto, querendo ou não, desgasta demais a imagem de um homem em que vários acreditaram.

E vamos subindo a montanha.

Pensar globalmente, agir localmente

Acredito que esta é a frase que mais deve estar no pensamento de qualquer gestor. Seja público, ou privado. Se queremos oferecer serviços de qualidade, primeiro devemos pensar em todos os aspectos, e agir nos itens que merecem a melhor interação para evitar conflitos.

Gestores e líderes são pessoas comunicativas e inspiradoras. Gates, Buffet, Lula (por que não?), Obama,  e outros tantos exemplos. Eles usam seus poderes de comunicação para liderarem seus coordenados aos pontos onde eles querem chegar.

Se existe resultado e eficiência entre um e outro, bem, é o que todo bom pensador deve buscar. Onde e em qual ponto a falha é mais gritante?

Senhores gestores do meio ambiente nas prefeituras, leiam este artigo:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=residuos-arborizacao-urbana&id=010125100623

Recomendo pensar fortemente nisto. O impacto é grande, e pode ajudar em diversas frentes de trabalho.

Não se trata de pensar diferente, mas de agir de forma sustentável.

Sobre festas

Vão me taxar de inimigo público. Mas as festas de Monlevade precisam de ação urgente do conselho tutelar da infância e adolescência. Basta verificar nos sites de fotos que existem menores tomando cerveja. O que deveria ser proibido, é “tolerado”.

Se existe lei, e a “dita” fiscalização, por que ela não é aplicada?

A saúde não é apenas um olhar isolado

Eu estou cada vez mais impressionado como a visão sobre os problemas da saúde é tosca e monocular.

Vamos pegar um exemplo simples: trânsito. Se o leitor desavisado estiver pensando: “Onde o trânsito impacta na saúde”, eu lhe respondo: impacta em vários aspectos. Vamos a alguns deles:

a) Quanto maior o volume de veículos, mais CO2 e partículas em suspensão ficam soltas no ar. Mais partículas = mais problemas respiratórios;

b) Uma das grandes doenças deste século é o sedentarismo. Cada vez mais, o homem se mostra incapaz de deslocar grandes distâncias à pé. Além disto, o sedentarismo atrai a obesidade. Basta observar o perfil dos taxistas. Qual é a circunferência abdominal destes profissionais?

c) Existe uma regra básica em trânsito: a velocidade que a pessoa atribui à potência do seu carro é proporcional à sua impaciência no trânsito. Você já viu motoristas de carroças impacientes? Ou qualquer ciclista ser impaciente? Ele sabe que sua velocidade é limitada, e que não precisa estressar se perder alguns segundos no semáforo. Ninguém, exceto nos casos profissionais, vai ter que tirar alguma criatura da forca. O Stress é uma doença sim, e mata como qualquer outra.

Isto mostra que, quando falamos de saúde, não basta ter um olhar tacanho ou simplesmente associar isto a doenças patológicas. Saúde envolve uma ampla gama de aspectos, que, em sua maioria estão relacionados à qualidade de vida, segurança, meio ambiente, carreira, segurança alimentar …, enfim, uma gama de fatores que não podem ser olhados apenas em um aspecto.

Nossos governnantes tem que aprender que política de saúde não se faz apenas na construção de hospitais, mas de uma política de qualidade de vida. Mas aí, o meu leitor vira e diz que eu estou viajando. Talvez, mas esta utopia precisa ser entendida urgentemente. Ou terminaremos totalmente isentos da realidade.

E vamos subindo a montanha

Custos com acidentes… sempre eles

Recentemente o HC divulgou que gastou R$3 milhões com 84 internações, ou seja, R$35.714,29 por internação. Isto apenas com um tipo específico de sinistro, que envolve acidentes com motos.

O leitor deve estar pensando: esta conta é apenas a “internação”. O impacto disto é muito maior, porque existe o imenso fator chamado perda de hora trabalhada, para a vítima. Se ele é motoboy, e em um dia ele ficar “fora” perder R$30, imagine o tamanho de uma conta destas?

Eu gostaria que estes dados também tivessem relacionamento com as contas de internação hospitalar de vítimas da BR381. Adoraria ver a cara de espanto do quanto se gasta em termos monetários cada dia desta BR. Para quem não trafega pela mesma, não sabe o tamanho do rombo que cada curva, seja por engenharia, ou por imperícia custa aos nossos cofres. Desafio qualquer pessoa de bom senso a me provar que não se gasta tanto assim.

Existe sempre um lado que qualquer gestor olha. Se um elemento oferece risco demasiado ao negócio, ele para e havalia se é certo continuar naquela postura, ou mudar o ponto de vista. O que vejo é que não existe qualquer previsão de se mudar este quadro. Não adianta paralisar a BR, não adianta efetuar manifestações. A coisa tem que ser chocante. Tocar e sensibilizar os homens públicos que até agora olham para este trecho da 381 como apenas uma fonte renda em obras baratas.

Obras baratas não salvam vidas. Pensem nisto.

As mazelas da gripe

Ótimo, estamos em época de frio, baixas temperaturas, ar seco. O que temos de patologias nesta época? Pneumonia, gripe, bronquite. Ou seja, atendimento a doenças do pulmão. Soro fisiológico, broncodilatadores, ar comprimido (sim, para isto não existe necessidade de oxigênio puro!)

Com isto é natural, vamos pensar no seguinte aspecto: logística!

Sim, a maioria das cidades com menos de 100 mil habitantes, não tem compressores ou aparelhos de nebulização em quantidade suficiente para administração destes cuidados básicos. Não falo de Monlevade, não é um problema local, é nacional mesmo. No caso, a maioria das unidades básicas (as UBAS ou Postos de Saúde) não dispõe deste recurso. Com isto, lota-se os atendimentos dos hospitais e dos PA´s.  Apenas logística! Se todo o governo investisse minimamente nestes recursos, teríamos um desafogamento da ordem de 10 a 15% destes atendimentos em unidades que não precisam de receber estes casos. Simples.

Dados? Procure o recurso chamado TABNET do DATASUS. E stay classy!

As grandes discussões

As grandes discussões hoje em Monlevade não estão baseadas nos números. Não se discute, não se apresenta, não se fala em nenhum número. Em uma conversa relativamente recente, as pessoas não conseguem ver números, e sim obras. Prefeitos são feitos de obras. Números, eles funcionam apenas para pessoas metódicas, que não conseguem fazer meio termo.

Eu estou bestificado como se discute se fulano é corrupto, lado negro, lado jedai da força, lado b, lado a, lado verde, lado vermelho, lado. Esqueceram que este debate deixa de lado o lado da população, e, acima de tudo, do que deveria ser o maior interesse de qualquer pessoa que quer o melhor de Monlevade. Eu leio a maioria dos blogs daqui, e todos estão voltando suas metralhadoras e textos sobre seus lados. Raros estão mantendo uma linha pelo menos fiel de que estão querendo o melhor para Monlevade.

Blogs existem para refletir idéias. Boas ou más, coerentes ou totalmente fora da realidade, mas existem exatamente para provar que a diversidade é importante. Olhares diferentes sempre ajudam.

Eu adoro de paixão a área de saúde. Comecei a implantar o e-Cidade no meu domínio exatamente para poder provar que é possível colocar qualquer sistema no ar sem muito esforço. O GSAN também vai para o ar dentro em breve. Quando eu digo que “QUALQUER” sistema pode ir para o ar sem muito esforço, é que eu digo que é possível colocar mesmo, desde que as pessoas entendam que sistemas ajudam a melhorar seus resultados.

Quer um exemplo prático? Você decora o número dos telefones ou passa os mesmos para uma agenda em papel, caso eles estejam registrados em um celular? Ou seja, a tecnologia sempre pode ajudar você a gerar mais “espaço” mental para poder gravar outras informações importantes.

Não me interessa se fulano ou cicrano é oposição, se é do dark side ou do lado da força. Me interessa se ele pode colaborar com idéias para melhorar a cidade, seu bairro, sua rua, sua empresa. Se ele o faz de maneira lícita, é bem vindo em qualquer lugar.

E vamos subindo a montanha, senhores blogueiros!

Contadores de acesso podem ser falhos

Estes contadores de acesso em geral são falhos. Se você navega com o Firefox, e usa a extenção “No Script”, basta dizer que não quer executar scripts da pagina x ou y. Aliás, a ferramenta te mostra todos os scritps usados pela pessoa.

E aí, meu caro, não tem nem Google Analytics (que também é um script) que faça este trabalho.

No meu caso, uso as ferramentas do próprio provedor onde hospedo meu site, que funcionam bem. Eu consigo até ver quanto tempo os leitores gastam em cada post. Sei que alguns passam de 3 segundos a até 5 minutos antes de mudar de página, ou seja, é possível monitorar o comportamento do leitor.

Conheço a origem deles, que navegadores usam, a localização do acesso, ou seja, tudo para “Montar” uma campanha de mídia específica para eles. Mas não me interessa vender produto. Não é por aí que eu ganho.

Existe a questão de que “Quem conta um conto, acrescenta um ponto”. Então, acreditar na “falácia” dos contadores de acesso é acreditar nos números positivos de quem tem resultados ruins.